Alimentação – Sem carnes e cheia de saúde

“Haverá um tempo em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente da mesma forma como hoje se julga o assassino de um homem”. Leonardo da Vinci

Comida é fator de identidade cultural e é extremamente valorizada em todos os grupos sociais. Fonte da vida e responsável pelo nosso desenvolvimento físico e intelectual, uma alimentação nutritiva e correta garante longevidade, energia e beleza ao corpo. E a relação do praticante e sua alimentação é uma das primeiras mudanças notórias que a prática regular do DeRose Method proporciona.

Após certo tempo, e nem é muito, os praticantes começam a escolher mais conscientemente seus alimentos. Assim, selecionar o que entra no cardápio passa a ser uma preocupação real e isso impacta em diferentes aspectos da vida cotidiana. Para muitos, essa mudança é uma quebra de paradigma. A imprensa, a TV e todos os cardápios colocam as carnes como as estrelas principais. Somos incentivados a acreditar que carne é feita para alimentação humana e, mais, que proteína animal é essencial para nosso desenvolvimento físico e intelectual.

O DeRose Method defende uma alimentação biológica e evita falar em vegetarianismo, pois existe sempre aquele conceito preconcebido que coloca as pessoas num gueto, e isso é muito desagradável. Alimentação vegetariana não é dietética e nem natureba. Ela apenas elimina proteína animal. Os bichos deixam de fazer parte do sistema alimentar escolhido.

Vários estudos elaborados apontam que a alimentação biológica apresenta maior riqueza de minerais e de vitaminas, o que inclui antioxidantes, fundamentais na prevenção do cancro, por exemplo. Apresentando um menor teor de água, os alimentos biológicos dão lugar a uma maior concentração de matéria seca e nutrientes. Isso irá refletir-se num sabor e aroma mais ricos e expressivos. Os defensores de uma alimentação biológica dizem que esta é uma forma de reencontrar o sabor genuíno e tradicional dos alimentos, numa forma de promover a saúde.

A verdade é que com o devido planejamento, as dietas sem carne são seguras sob o aspecto nutricional, promovem o crescimento e o desenvolvimento adequados e podem ser adotadas em qualquer ciclo da vida, inclusive na gestação e infância. Segundo os dados mais recentes do IBOPE (2012) essa dieta é adotada por 10% dos homens e 9% das mulheres no Brasil.

De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira as dietas ovo lacto e lacto vegetariana fornecem todos os nutrientes necessários ao organismo humano. Os nutrientes que exigem atenção na prescrição do cardápio para o ovo lacto vegetariano são ferro, zinco, ômega-3 e a recomendação diária desses elementos deve ser maior nesse grupo.

A dieta vegetariana não deve ser confundida com a macrobiótica, que designa uma forma de alimentação que pode ou não ser vegetariana. O macrobiótico tem um tipo de alimentação específica, baseada em cereais integrais, com um sistema filosófico de vida bastante peculiar e característico. A dieta macrobiótica, diferentemente das vegetarianas, apresenta indicações específicas quanto à proporção dos grupos alimentares a serem utilizados.

Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira "é considerado ovo lacto vegetariano todo aquele que exclui de sua alimentação todos os tipos de carne, mas utiliza ovos, leite e laticínios na alimentação”.

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